Uma metodologia hoje amplamente discutida e aceita pelo mercado é o TCO, Total Cost of Ownership, ou custo total de propriedade, que pretende englobar todas as despesas, visíveis ou invisíveis. Com base nos resultados obtidos através do TCO, é possível fazer uma melhor estimativa do ROI, ou retorno sobre o investimento. Entretanto, o TCO deve ser aplicado de forma coerente para que não se torne uma outra medida vazia na busca da redução de custos e de competitividade no mercado.
A perda de visibilidade dos gastos com a mudança de um ambiente centralizado e homogêneo para um descentralizado e heterogêneo baseado em microcomputadores, com obsolescência acelerada, foi o primeiro ponto a ser atacado pelo TCO.
Criado pelo Gartner Group por volta de 1997, a partir de um estudo em diversas empresas, o conceito de TCO leva em conta custos operacionais e de administração dos sistemas.
Para as empresas que queiram utilizar o TCO, o Gartner Group disponibiliza três ferramentas:
1. Pesquisas realizadas em diversas empresas, mostrando quais os custos que devem ser considerados.
2. Realização de um benchmark, compreendendo um levantamento de todos os custos da empresa e de seu modo de operação, para depois fazer uma comparação com outras empresas com perfil semelhante (em termos de complexidade tecnológica, número e características de usuários, estrutura, etc.), no Brasil e no exterior. Com isso consegue-se saber se a empresa está gastando mais ou menos do que suas congêneres.
3. Ferramentas de controle contínuo da TI.
· Agrupamento de custos do modelo TCO tradicional
· Fatores que influenciam TCO
· Práticas de Redução do TCO
· Vantagem do uso do TCO
|